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quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Súplica e entrega


Mais uma vez
te suplico calada,
grito emudecida,
que antes de matar-me
olhe bem nos olhos meus
e veja se não são seus, esses
braços que descansam
sossegadamente em minhas teias.

Outra trinca em minhas veias
não sei se posso suportar
então te silencio pela
derradeira vez:
se já tomaste a decisão
de partires meu coração
siga em frente
mas lembre-se,
é você que vive inteiro dentro dele.

Sandra Freitas



[....]

Nunca partiria teu coração
e não precisas de suplicar
em silêncio,
porque nosso amor
está bem vivo!

Sentes meus braços
enlaçados em ti
numa paixão
presente e ardente,
em que nossos corpos
vibram de desejo permanente,
para serenamente,
me sentires dentro de ti!
Entregas-te confiante
e eu viverei
em teu corpo, sempre!

José Manuel Brazão

1 comentário:

sandra Freitas disse...

Zé que resposta doce...quem dera todas as mulheres ouvissem esse poema do homem amado...
Esse teu poema é um anelo oculto nos corações femininos..
Parabéns querido amigo pela sensibilidade em atender nossos anseios poéticos.