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sábado, 3 de setembro de 2011

Desejo liberto


Eu,
Adulta, dotada de instrumentos
cognitivos evoluídos, madura,
racional, ciente da impossibilidade total
de ter seu corpo  pulsando sobre o meu.

Mas meus poros nada entendem de abismos,
nem ausências.
Minha pele não sabe de  privações.
Minha carne  não concebe distâncias.
Meus instintos são libertos de prisões.

O suor escorre em prece,
O cheiro evapora lembranças
descompassando o coração
E minhas sensações caminham
 na contra-mão da razão.
Sandra Freitas


[....]

Mulher
de amor e paixão,
generosa, determinada,
dá-se aos outros
com aquele coração,
palpitando,
com veias de amor!

Mulher
bela e cativante,
estonteante
de fácil sedução,
sempre comigo à espera,
para lhe dar a mão!

Mulher
carente de amor,
amor solidário,
que encontra em mim,
o seu amigo
de hoje e amanhã,
da amizade sã,
de amor puro.

Mulher
de desejo liberto,
renovado,
que não morreu…

José Manuel Brazão

2 comentários:

Borboletas no Estômago disse...

as coisas só crescem em liberdade

Milla Pereira disse...

A poesia em encantamento, repleta de paixão e liberta de correntes. Lindo isso! Abraço afetuoso e linda semana.