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terça-feira, 18 de outubro de 2011

Espelhos


Mirei em teu espelho
Por dentro, me vejo
E será esse meu segredo
Aquele que se expõe
Grita, gira o mundo
E volta sempre pra ti
Marco em minha mente
Teu beijo de serpente
Pronto pra me devorar
Sorvo cada semente
Desmedidamente de ti
E transcendemos
Quebramos os espelhos
enfim.


Luciana Silveira


[....]

Espelho-me em ti,
viajo pelo teu corpo,
beijo-te com fervor
pelo amor
que me entregas,
pelas sementes
que existem em ti
e perdidos
Quebramos os espelhos
enfim.

José Manuel Brazão



5 comentários:

Nel disse...

Olá!!!

Obrigada pela visita!

Quanta beleza nos escritos que li aqui!

Te adiciono com prazer, e voltarei mais vezes!!!

Beijos!!

Mila Noya disse...

Olhei pro espelho de tua alma, e refletistes as minhas emoções...
Vi meu mais profundo tomando forma em suas palavras.

Extasiada!!

Seguindo em passos lentos por aqui...

Um abraço!

Mila Noya disse...

Oiii Zé,

Obrigada pela visita, e pelos elogios, viu?!?!
Não entendi o lance de add, mas não te preocupes com isso.
Não é uma regra forçada.

Abraço da Mila.

Nayara Borato disse...

Olá, desculpe invadir seu espaço assim sem avisar. Meu nome é Nayara e cheguei até vc através do Blog Recomeçar. Bom, tanta ousadia minha é para convidar vc pra seguir um blog do meu amigo Fabrício, que eu acho super interessante, a Narroterapia. Sabe como é, né? Quem escreve precisa de outro alguém do outro lado. Além disso, sinceramente gostei do seu comentário e do comentário de outras pessoas. A Narroterapia está se aprimorando, e com os comentários sinceros podemos nos nortear melhor. Divulgar não é tb nenhuma heresia, haja vista que no meio literário isso faz diferença na distribuição de um livro. Muitos autores divulgam seu trabalho até na televisão. Escrever é possível, divulgar é preciso! (rs) Dei uma linda no seu texto, vou continuar passando por aqui...rs





Narroterapia:

Uma terapia pra quem gosta de escrever. Assim é a narroterapia. São narrativas de fatos e sentimentos. Palavras sem nome, tímidas, nunca saíram de dentro, sempre morreram na garganta. Palavras com almas de puta que pelo menos enrubescem como as prostitutas de Doistoéviski, certamente um alívio para o pensamento, o mais arisco dos animais.



Espero que vc aceite meu convite e siga meu blog, será um prazer ver seu rosto ali.

http://narroterapia.blogspot.com/

Mila Noya disse...

Desejo um doce novembro.

E muita paz nesse feriado de lembranças latentes.

Apenas um carinho à você e as poetas...
Beijos!