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domingo, 9 de outubro de 2011

Nasce o dia e eu renasço com ele

Há muito tempo
que vejo o Sol nascer…
Já nem me lembro
quando foi…!

Nem sempre
ele me sorri,
por vezes
 parece cinzentão,
mas quase sempre,
brilha e aquece
o meu coração!

Tu
minha alma querida,
ficas triste,
muito sofrida,
incompreendida!

O teu amanhecer,
nem sempre é igual.

Eu
com fé inabalável,
vejo mais perto
o teu desejado Sol;
Sereno, digo-te:
chegará o teu amanhecer!


E eu
distante mas próximo,
verei e sorrirei
quando esse amanhecer chegar
... e aí o tens neste Domingo...

José Manuel Brazão

 [....]

Não há lugar para espinhos
Nos dias de domingo
Acordo junto com o nascer do sol
E logo me sinto envolvida
Pela paisagem mágica e acolhedora
Cheia de luzes, aromas e cores

Nasce o dia e eu renasço com ele
Com o coração cheio de vida e calor
E minh’ alma transbordando alegria
Estou viva!! Sem feridas, sem dor
Volto a ser a menina sonhadora
A borboboleta, o anjo, a flor...

O silêncio e a solidão nesse momento
Me trazem uma paz que me acalma e conforta
E tudo o mais fica tão pequeno
Diante dessa imensidão de emoções e sentimentos
Que é impossível não dizer que estou feliz...

regina ragazzi

1 comentário:

Nayara Borato disse...

Olá, desculpe invadir seu espaço assim sem avisar. Meu nome é Nayara e cheguei até vc através do Blog Azues. Bom, tanta ousadia minha é para convidar vc pra seguir um blog do meu amigo Fabrício, que eu acho super interessante, a Narroterapia. Sabe como é, né? Quem escreve precisa de outro alguém do outro lado. Além disso, sinceramente gostei do seu comentário e do comentário de outras pessoas. A Narroterapia está se aprimorando, e com os comentários sinceros podemos nos nortear melhor. Divulgar não é tb nenhuma heresia, haja vista que no meio literário isso faz diferença na distribuição de um livro. Muitos autores divulgam seu trabalho até na televisão. Escrever é possível, divulgar é preciso! (rs) Dei uma linda no seu texto, vou continuar passando por aqui...rs





Narroterapia:

Uma terapia pra quem gosta de escrever. Assim é a narroterapia. São narrativas de fatos e sentimentos. Palavras sem nome, tímidas, nunca saíram de dentro, sempre morreram na garganta. Palavras com almas de puta que pelo menos enrubescem como as prostitutas de Doistoéviski, certamente um alívio para o pensamento, o mais arisco dos animais.



Espero que vc aceite meu convite e siga meu blog, será um prazer ver seu rosto ali.

http://narroterapia.blogspot.com/